Por Ornes Jr
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Em Itamaraju, o primeiro ano da gestão Jorge Almeida ficou marcado por aumentos que pesaram no bolso do contribuinte. IPTU reajustado de forma expressiva, transporte escolar mais caros e até gastos com ornamentação natalina passaram a ser questionados pela população.

Nesse cenário, uma obra se destaca pela presença nas ruas da cidade: as faixas elevadas, popularmente chamadas de quebra-molas. A marca mais visível da atual administração. O problema não é a obra em si, mas o custo que ela pode ter representado, custo que até agora não foi apresentado de forma clara ao cidadão.

Nos bastidores da política, nos corredores do poder os preços variam na boca e nas mentes dos que gostam de discutir os absurdos da gestão. Os mais otimistas falam em 25 mil reais para cada quebra mola, bem mais do que um trabalhador assalariado ganha durante todo ano trabalhado com férias e decimo terceiro incluídos.

Já os mais pessimistas exclamam o adjetivo “ladrão”, e esbravejam o absurdo de que cada quebra-molas teria custado quase 40 mil reais aos cofres públicos. São especulações, é verdade, mas que ganham força, justamente pela ausência de informações oficiais acessíveis.
Afinal, quando a transparência falha, a dúvida prospera!

Enfim, nas ruas e esquinas a pergunta que ecoa é simples e legítima:
Quanto custou, de fato cada quebra-molas construído pela gestão Jorge Almeida?